sozinho de uma parte de Liga, ou algo assim. E eu curtia jogar com ele no Mortal Kombat VS DC Universe. Éra só isso que conhecia dele, tudo que eu sabia (sei) é que ele é o Deadpool sem o humor escroto (“mimimimi, mas o Exterminador veio antes”, EU SEI DISSO!). Então o que vou relatar aqui é basicamente minha primeira impressão sobre o personagem. E na verdade acho que não tem muito o que falar, a trama é simples, típica história de mercenário, mas também mostra o drama do cara que tá ficando velho e todo mundo acha que ele não dá mais conta do serviço. O elenco de apoio serve para seu propósito (ser babaca).
Babacão, Babaquera e Babaquinha. Os Babacas Alfa.
Não sei se é porque sou leitor “novato” do personagem, mas não esperava que a história terminasse como terminou. Fui surpreendido e achei bão! E com esse cara querendo “se firmar no mercado”, acho que dá pra esperar coisa boa ae. Vamos torcer pra que Kyle Higgins seja tão fã de Garth Ennis como a gente! A arte de Joe Bennett “não é terrível”, só é foda ter que ver o Deadpool tirar a máscara e dar de cara com o Cable de barbicha...
Vai falar que um não é a cara do outro?
Mas isso sou eu falando. E vocês me dizem, curtiram? Ele tá muito diferente da versão pré-reboot ou continua na mesma? A impressão que tive é que optaram por fazer como em Homem-Animal e mostraram o personagem num estágio mais avançado de sua carreira. Afinal, se o Batman já agia na surdina antes do surgimento dos outros heróis, um mercenário também pode estar na ativa há muitos anos.
Resumindo, a Deathstroke #1 tem uma história simples mas promissora, certamente um dos títulos que vou acompanhar. E eu quero ver esse maluco enfrentar o BÁTEMA!


